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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Igreja Batista realiza casamento...



                 Igreja Batista realiza casamento lésbico e fiel decide processar denominação

O Distrito de Colúmbia [onde fica a capital dos EUA] começou a disponibilizar licenças de casamento para duplas de mesmo sexo em março, juntando-se a cinco estados que revogaram a definição legal de casamento entre um homem e uma mulher.

Para Yvonne Moore, quando sua congregação batista do Sul realizou uma “cerimônia de compromisso” lésbico, não foi só algo contra a Bíblia — foi uma traição pessoal.
A traição levou a idosa negra, que havia frequentado a Igreja Batista da Aliança em Washington D.C. durante 37 anos, a processar para que suas doações semanais fossem devolvidas — doações avaliadas em aproximadamente 250 mil dólares.
“Fiquei transtornada — eu dou para a igreja dez centavos de cada dólar. Eu pago dízimos, e eles não respeitaram os membros o suficiente para nos escutar”, disse Moore numa entrevista da CNN publicada na quinta-feira. “Não acredito nessas coisas. Sou uma batista do Sul. A Bíblia fala contra o homossexualismo — não se pode levar isso para dentro da igreja”, disse ela.
Moore diz que frequentou o evento não acreditando que ocorreria em sua igreja, e achou a cerimônia “totalmente repugnante”.
Evidentemente, Moore não é o único membro transtornado com a mudança: a reportagem da CNN menciona brevemente que a congregação perdeu metade de suas famílias por causa do descalabro. Os pastores Christine e Dennis Wiley, porém, foram obstinados em sua decisão de celebrar a união da dupla lésbica.
“Não dá para você simplesmente ler uma Bíblia e pensar que de certa maneira você não dominou a palavra de Deus”, disse Dennis Wiley.
Mais tarde Moore desistiu do processo, embora tenha dito que não voltará mais àquela igreja.
Num encontro anual neste mês, os líderes americanos dos batistas do Sul aprovaram resoluções se opondo à normalização da homossexualidade nas forças armadas e no ambiente de trabalho.



Fonte:                                                                                                                                  http://revistacrentepentecostal.blogspot.com.br/2013/08/igreja-batista-realiza-casamento.html


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

O novo retrato da fé no Brasil

O novo retrato da fé no Brasil


Pesquisas indicam o aumento da 

migração religiosa

 entre os brasileiros, o surgimento dos 

evangélicos não praticantes e o 

crescimento dos adeptos ao islã

Por: Rodrigo Cardoso



Conheça em vídeo a história de Silvio Garcia, que era pastor da igreja evangélica e hoje é pai de santo :








Acaba de nascer no País uma nova categoria religiosa, a dos evangélicos não praticantes. São os fiéis que creem, mas não pertencem a nenhuma denominação. O surgimento dela já era aguardado, uma vez que os católicos, ainda maioria, perdem espaço a cada ano para o conglomerado formado por protestantes históricos, pentecostais e neopentecostais. Sendo assim, é cada vez maior o número de brasileiros que nascem em berço evangélico – e, como muitos católicos, não praticam sua fé. Dados da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelaram, na semana passada, que evangélicos de origem que não mantêm vínculos com a crença saltaram, em seis anos, de insignificantes 0,7% para 2,9%. Em números absolutos, são quatro milhões de brasileiros a mais nessa condição. Essa é uma das constatações que estatísticos e pesquisadores estão produzindo recentemente, às quais ISTOÉ teve acesso, formando um novo panorama religioso no País. 

Isso só é possível porque o universo espiritual está tomado por gente que constrói a sua fé sem seguir a cartilha de uma denominação. Se outrora o padre ou o pastor produziam sentido à vida das pessoas de muitas comunidades, atualmente celebridades, empresários e esportistas, só para citar três exemplos, dividem esse espaço com essas lideranças. Assim, muitas vezes, os fiéis interpretam a sua trajetória e o mundo que os cerca de uma maneira pessoal, sem se valer da orientação religiosa. Esse fenômeno, conhecido como secularização, revelou o enfraquecimento da transmissão das tradições, implicou a proliferação de igrejas e fez nascer a migração religiosa, uma prática presente até mesmo entre os que se dizem sem religião (ateus, agnósticos e os que creem em algo, mas não participam de nenhum grupo religioso). É muito provável, portanto, que os evangélicos pesquisados pelo IBGE que se disseram desvinculados da sua instituição estejam, como muitos brasileiros, experimentando outras crenças.

                                                                         ALÁ
                                  Nogueira, muçulmano há um ano: no Rio, os convertidos
                                    saltaram de 15% da comunidade para 85% em 12 anos
É cada vez maior a circulação de um fiel por diferentes denominações – ao mesmo tempo que decresce a lealdade a uma única instituição religiosa. Em 2006, um levantamento feito pelo Centro de Estatística Religiosa e Investigações Sociais (Ceris) e organizado pela especialista em sociologia da religião Sílvia Fernandes, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), verificou que cerca de um quarto dos 2.870 entrevistados já havia trocado de crença. Outro estudo, do ano passado, produzido pela professora Sandra Duarte de Souza, de ciências sociais e religião da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), para seu trabalho de pós-doutorado na Universidade de Campinas (Unicamp), revelou que 53% das pessoas (o universo pesquisado foi de 433 evangélicos) já haviam participado de outros grupos religiosos.
“Os indivíduos estão numa fase de experimentação do religioso, seja ele institucionalizado ou não, e, nesse sentido, o desafio das igrejas estabelecidas é maior porque a pessoa pode escolher uma religião hoje e outra amanhã”, afirma Sílvia, da UFRRJ. “Os vínculos são mais frouxos, o que exige das instituições maior oferta de sentido para o fiel aderir a elas e permanecer. É tempo de mobilidade religiosa e pouca permanência.” Transitar por diferentes crenças é algo que já ocorre há algum tempo. A intensificação dessa prática, porém, tem produzido novos retratos. Denominadores comuns do mapa da circulação da fé pregam que católicos se tornam evangélicos ou espíritas, assim como pentecostais e neopentecostais recebem fiéis de religiões afro-brasileiras e do protestantismo histórico. Estudos recentes revelam também que o caminho contrário a essas peregrinações já é uma realidade. 

Em sua dissertação de mestrado sobre as motivações de gênero para o trânsito de pentecostais para igrejas metodistas, defendida na Umesp, a psicóloga Patrícia Cristina da Silva Souza Alves verificou, depois de entrevistar 193 protestantes históricos, que 16,5% eram oriundos de igrejas pentecostais. Essa proporção era de 0,6% (27 vezes menor) em 1998, como consta no artigo “Trânsito religioso no Brasil”, produzido pelos pesquisadores Paula Montero e Ronaldo de Almeida, do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Para Patrícia, o momento econômico do Brasil, que registra baixos índices de desemprego e ascensão socioeconômica da população, reduz a necessidade da bênção material, um dos principais chamarizes de uma parcela do pentecostalismo. “Por outro lado, desperta o olhar para valores inerentes ao cristianismo, como a ética e a moral cristã, bastante difundidas entre os protestantes históricos”, afirma.

Em busca desses valores, o serralheiro paraibano Marcos Aurélio Barbosa, 37 anos, passou a frequentar a Igreja Metodista há um ano e meio. Segundo ele, nela o culto é ofertado a Deus e não aos fiéis, como acontecia na pentecostal Assembleia de Deus, a instituição da qual Barbosa foi devoto por 16 anos, sendo sete como presbítero. O serralheiro cumpria à risca os rígidos usos e costumes impostos pela denominação. “Eu não vestia bermuda nem dormia sem camisa, não tinha tevê em casa, não bebia vinho, não ia ao cinema nem à praia porque era pecado”, conta. Com o tempo, o paraibano passou a questionar essas proibições e acabou migrando. “Na Metodista encontrei um Deus que perdoa, não um justiceiro.”

   AMÉM
                          É cada vez mais comum ex-pentecostais, como o atual metodista Barbosa,
                   que foi pastor da Assembleia de Deus (acima), aderirem às protestantes históricas
A teóloga Lídia Maria de Lima irá defender até o final do ano uma dissertação de mestrado sobre o trânsito de evangélicos para religiões afro-brasileiras. A pesquisadora já entrevistou 60 umbandistas e candomblecistas e verificou que 35% deles eram evangélicos antes de entrar para os cultos afros. Preterir as denominações cristãs por religiões de origem africana é outro tipo de migração até então pouco comum. Não é, porém, uma movimentação tão traumática, uma vez que o currículo religioso dos ex-evangélicos convertidos à umbanda ou ao candomblé revela, quase sempre, passagens por grupos de matriz africana em algum momento de suas vidas. Pai de santo há dois anos, o contador Silvio Garcia, 52 anos, tem a ficha religiosa marcada por cinco denominações distintas – e a umbanda é uma delas. Foi aos 14 anos, frequentando reuniões na casa de uma vizinha, que Garcia, batizado na Igreja Católica, aprendeu as magias da umbanda. Nessa época, também era assíduo frequentador de centros espíritas. Aos 30, ele passou a cursar uma faculdade de teologia cristã e, com o diploma a tiracolo, tornou-se presbítero de uma igreja protestante. Um ano depois, migrou para uma pentecostal, onde pastoreou fiéis por seis anos. “Mas essas igrejas comercializam a figura de Cristo e eu não me sentia feliz com a minha fé”, diz. 

A teóloga Lídia sugere que os sistemas simbólicos das religiões evangélica e afro-brasileira têm favorecido a circulação de fiéis da primeira para a segunda. “Há uma singularidade de ritos, como o fenômeno do transe. Um dos entrevistados me disse que muito do que presenciava na Igreja Universal (do Reino de Deus) ele encontrou na umbanda”, diz. Em suas pesquisas, fiéis do sexo feminino foram as que mais cometeram infidelidade religiosa (67%). Os motivos que levam homens e mulheres a migrar de religião (leia quadro à pág. 60) foram investigados pela professora Sandra, da Umesp. Em outubro, suas conclusões serão publicadas em “Filosofia do Gênero em Face da Teologia: Espelho do Passado e do Presente em Perspectiva do Amanhã” (Editora Champanhat).
 SALVAÇÃO
                              Homens pensam em si quando buscam uma nova crença:
                            Higuti, pastor da Bola de Neve, queria se livrar das drogas
Uma diferença básica entre os sexos é que as mulheres mudam de religião em busca de graça para quem está a sua volta (a cura para filhos e maridos doentes ou a recuperação do casamento, por exemplo). Já os homens são motivados por problemas de fundo individual. Assim ocorreu com o empresário paulista Roberto Higuti, 45 anos, que se tornou evangélico para afastar o consumo e o tráfico de drogas de sua vida. Católico na infância, budista e adepto da Igreja Messiânica e da Seicho-No-Ie na adolescência, Higuti saiu de casa aos 15 anos e se tornou um fiel seguidor do mundo do crime. Sua relação com as drogas foi pontuada por internação em hospital psiquiátrico, prisão e duas tentativas de suicídio. Certo dia, cansado da falta de perspectivas, viu uma marca de cruz na parede, ajoelhou-se e disse: “Jesus, se tu existes mesmo, me tira dessa vida maldita.” Há cinco anos, o empresário é pastor da neopentecostal Igreja Bola de Neve, onde ministra dois cultos por semana. “Quero, agora, ganhar almas para o Senhor”, diz. 

Antes de se fixar na Bola de Neve, Higuti experimentou outras quatro denominações evangélicas. Mobilidades intraevangélicas como as dele ocorrem com aproximadamente 40% dos adeptos de igrejas pentecostais e neopentecostais, segundo a especialista em sociologia da religião Sílvia, da UFRRJ. Os neopentecostais, porém, possuem uma particularidade. Seus fiéis trocam de igreja como quem descarta uma roupa velha: porque ela não serve mais. São a homogeneização da oferta religiosa e a maior visibilidade de algumas denominações que produzem esse efeito. “Esse grupo, antigamente, era o tal receptor universal de fiéis, para onde iam todas as religiões. Hoje, a singularidade dele é o fato de receber membros de outras neopentecostais”, diz Sandra, da Umesp. “Quanto mais acirrada a concorrência, maior a migração.” A exposição na mídia, fundamentalmente na tevê, é a principal estratégia dos neopentecostais para roubar adeptos da concorrente direta. E cada vez mais as pessoas estabelecem uma relação utilitária com a religião. De acordo com a pesquisadora Sandra, se não há o retorno (material, na maioria das vezes), o fiel procura outra prestadora de serviço religioso. Estima-se, por exemplo, que 70% dos atuais adeptos da Igreja Mundial – uma dissidente da Universal – tenham migrado para lá vindos da denominação de Edir Macedo. “Entre os neopentecostais não se busca mais um líder religioso, mas um mago que resolva tudo num estalar de dedos”, diz Sandra. “Essa magia faz sucesso, mas tem vida curta, uma vez que o fiel se afasta, caso não encontre logo o que quer.”

SEM LAÇOS
Lucina não segue nenhum credo, mas quando quer alcançar uma graça
procura algum serviço religioso: 30% fazem o mesmo anualmente

Cansada de pular de uma crença para outra, a artesã paulista Lucina Alves, 57 anos, não sente mais necessidade de pertencer a uma igreja. Há oito anos, ela diz ser do grupo dos sem-religião. No entanto, recorre a ritos de fé, principalmente católicos, espíritas e da Seicho-No-Ie, sempre que sente vontade de zelar pelo bem-estar de alguém. “Há um mês, fui até uma benzedeira ligada ao espiritismo para ajudar meu filho que passava por problemas conjugais”, diz. Dados do artigo “Trânsito religioso no Brasil” revelaram que 30,7% das pessoas que se encontram na categoria dos sem-religião frequentam algum serviço religioso anualmente e 20,3% fazem o mesmo mais de uma vez por mês. “Já participei de reuniões evangélicas de orações em casa de familiares”, conta Lucina. 

A artesã não cultua santos, crê em Deus, Jesus Cristo e acende vela para anjos. No campo das ciências da religião, manifestações espirituais como as dela são recentes e vêm sendo tema de novos estudos. A migração de brasileiros para o islã é outro fenômeno que cresce no País. O número de convertidos na comunidade muçulmana do Rio de Janeiro, por exemplo, saltou de 15% em 1997 para 85% em 2009. Ex-umbandista que hoje atende por Ahmad Abdul-Haqq, o policial militar paulista Mario Alves da Silva Filho tem um inventário religioso de dar inveja. Batizado no catolicismo, aos 9 anos estreou na umbanda em uma gira de caboclo e baianos. Um ano depois, juntando moedas que ganhava dos pais, comprou seu primeiro livro, sobre bruxaria. Aos 14, passou a frequentar a Federação Espírita paulista, onde fez cursos para trabalhar com incorporações e psicografia. Aos 17 anos, trabalhou em ordens esotéricas ao mesmo tempo que dava expediente na umbanda. O policial, mestrando em sociologia da religião na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), decidiu se converter ao islã quando fazia um retiro de padres jesuítas. Em uma noite, sonhou com um árabe que o indicava o islã como resposta para suas dúvidas. Aos 29 anos, ele entrou em uma mesquita e disse que queria ser muçulmano. Saiu dela batizado e, desde então, faz cinco orações e repete frases do “Alcorão” diariamente. “Descobri que sou uma criatura de Deus e voltarei ao seio do Criador.”


MECA
Migração atípica: o policial Filho, de currículo
religioso extenso, trocou  a umbanda pelo islã

Faz dez anos que o número de convertidos ao islã no País aumentou. E não são os atentados às Torres Gêmeas, em 11 de setembro de 2001, que marcam esse novo fluxo, mas a novela “O Clone”, da Globo. Foi ela que “introduziu no imaginário cultural brasileiro imagens bastante positivas dos muçulmanos como pessoas alegres e devotadas à família”, como defende Paulo Hilu da Rocha Pinto em “Islã: Religião e Civilização – Uma Abordagem Antropológica” (Editora Santuário), de 2010. “De lá para cá, a conversão de brasileiros cresceu 25%. Em Salvador, 70% da comunidade é de convertidos”, diz a antropóloga Francirosy Ferreira, pesquisadora de comunidades muçulmanas da Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão Preto.

Assistente financeiro, o paulista Luan Nogueira, 23 anos, tornou-se muçulmano há um ano. Por indicação de um amigo, passou a pesquisar o islã e descobriu que o discurso estigmatizado criado após o 11 de setembro, que relacionava a religião à intolerância e à violência, não era verdadeiro. “Encontrei na mesquita e no “Alcorão” a ética da boa conduta”, diz. “Me sinto mais próximo de Deus no islã.” Para o professor Frank Usarski, do Centro de Estudo de Religiões Alternativas de Origem Oriental, da PUC-SP, o atrativo do islã é o fato de não ter perdido, diferentemente de outras religiões, a competência da interpretação completa da vida. “Ele oferece um guarda-chuva de referências para esferas como economia e ciência”, diz Usarski.


ORIXÁS
Ex-liderança evangélica, Garcia largou os cultos cristãos (abaixo) para se tornar pai de santo


Segundo o escritor Pinto, que também é professor de antropologia da religião na Universidade Federal Fluminense, o islã permite aos adeptos uma inserção e compreensão sobre questões atuais, como, por exemplo, a Palestina, a Guerra do Iraque e segurança internacional, para as quais outros sistemas religiosos talvez não deem respostas. “Se a adoção do cristianismo em contextos não europeus do século XIX pôde ser definida com uma conversão à modernidade, a entrada de brasileiros no islã pode ser vista como uma conversão à globalização”, escreve ele, em seu livro.

É cada vez mais comum, no País, fiéis rezando com a cartilha da autonomia religiosa. Esse chega para lá na fé institucionalizada tem conferido características mutantes na relação do brasileiro com o sagrado, defende a professora Sandra, de ciências sociais e religião da Umesp. “Deus é constituído de multiplicidade simbólica, é híbrido, pouco ortodoxo, redesenhado a lápis, cujos contornos podem ser apagados e refeitos de acordo com a novidade da próxima experiência.” Agora é o fiel quem quer empunhar a escrita de sua própria fé. 



COMPORTAMENTO
|  N° Edição:  2180 |  19.Ago.11 - 21:00 |  Atualizado em 05.Set.13 - 18:48



PROFECIAS,,FIM DOS TEMPOS,,APOCALIPSE,,SE CUMPRINDO, LUCIANO HULK

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Cavaleiro do Apocalipse supostamente aparece em meio aos protestos no Egito

Cavaleiro do Apocalipse supostamente aparece em meio aos protestos no Egito
Quarto Cavaleiro do Apocalipse teria aparecido durante protestos no Egito. Assista a polêmica em vídeo:
COPIE O LINK E ABRA EM OUTRA GUIA:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=gWQKOj9Sxkg

Quem acompanhava os conflitos do Egito na última semana pelo canal Euronews teve uma grande surpresa, pois uma figura misteriosa montada em um cavalo amarelo foi vista no meio da reportagem que também foi retransmitida pela MSNBC, pela CNN e chegaram rapidamente ao YouTube.

Como você pode ver no vídeo, por volta de 1:20’ aparece entre a multidão de manifestantes e barricadas, a figura fantasmagórica que fica na tela por alguns instantes antes de aparentemente voar sobre a cabeça dos manifestantes.

As imagens geraram polêmica e muitos acreditam que trata-se do quarto cavaleiro do Apocalipse. Na passagem bíblica sobre a visão de João está escrito: “Então vi um cavalo amarelo, e o nome daquele que o montava era Morte. E seguia atrás dele outro cavalo, e o nome do que montava neste era Inferno. Eles receberam domínio sobre a quarta parte da terra para matar pela guerra, pela fome, pela doença e por intermédio dos animais selvagens da terra” (Ap 6.8, NBV).

Se você ficou impressionado e acha que as imagens foram alteradas para gerar pânico, como muita gente chegou a comentar, pode acreditar que o que os seus olhos viram não foi produzido por computadores, pois no site da Euronews as imagens são as mesmas.

Profecias: 

O fato fez com que alguns estudiosos de profecias ligassem essas imagens às recentes mortes misteriosas de animais em diversas partes do mundo.

O que parece ter aumentado a convicção em determinados setores cristãos é um vídeo gravado poucos dias antes da aparição do “cavaleiro”. A autointitulada profetisa Cindy Jacobs convocou igrejas de todo o mundo a orar e jejuar pelo Egito. Ela disse ter recebido uma revelação de que Satanás estava naquele país instigando as massas e tentando provocar uma Terceira Guerra Mundial.

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 15 de julho de 2013

INFERNO OU LAGO DE FOGO?

http://www.israelitas.com.br/img/layout/setinhacinza.gif Inferno - existe mesmo? O que vem a ser? Recompensa onde e quando?

Inferno ou Lago de Fogo?
Céu ou inferno? Esta é a pergunta colocada pela maioria das religiões aos homens, quando pretendem uma decisão no campo espiritual.
A Congregação Israelita da Nova Aliança sabe que há um grande equívoco nesta questão que, inclusive, envolve a doutrina pagã da imortalidade da alma e que também busca aniquilar o ensino da ressurreição.
A palavra inferno, que aparece nas versões da Bíblia, infelizmente, não é um termo adequado e acaba por misturar as coisas: ora inferno significa sepultura, ora quer dizer fogo eterno.
Vamos nos ater, neste estudo, aos termos Seol e Hades, que aparecem nos originais hebraico e grego, das Sagradas Escrituras e dos Escritos da Brit Chadasha, respectivamente, para podermos chegar a uma compreensão melhor.
Tendo conhecimento disto, poderemos, ao ler certos textos, entender e dar uma definição exata do seu significado.
1. Qual é o estado e para onde vai o homem após a morte?
a) Fica dormindo, inconsciente: "Porque os vivos sabem que hão de morrer,mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco eles têm jamais recompensa, mas a sua memória ficou entregue ao esquecimento...Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra, nem indústria, nem ciência, nem sabedoria alguma." (Ec 9:5, 10)
b) Para a sepultura, Hades ou Seol: "Sai-lhes o espírito, e eles tornam para sua terra; naquele mesmo dia, perecem os seus pensamentos." (Sl 146:4).
"Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz." (Jo 5:28)

2. Por que a palavra "inferno" causa tanta confusão?
"Muita confusão e compreensão errônea foram causadas pelo fato de os primitivos tradutores da Bíblia terem traduzido persistentemente o termo hebraico Seol e os termos gregos Hades e Geena pela palavra inferno..." (The Encyclopedia Americana - 1942- Vol. XIV, pg. 81).

3. Como fica a palavra "inferno" nos Ketuvim Netsarim (NT) e quais seus reais significados?
Nas passagens abaixo, a palavra aparece doze vezes e foi transliterada como "Geena": Mt 5:22, 29, 30; 10:28; 18:9; 23:15, 33; Mc 9:43, 45, 47; Lc 12:5 e Tg 3:6.
Geena: deriva do hebraico gê (ben)(benê) hinnõm, o vale dos filhos de Hinnom, próximo de Jerusalém (Js 15:8; 18:16) onde crianças eram sacrificadas pelo fogo, atendendo a rituais pagãos (2Rs 23:10; 2Cr 28:3; 33:6; Jr 7:31; 32:35). (New Bible Dictionary, pg. 463)
O lugar era usado para a incineração do lixo de Jerusalém e onde também se lançavam os corpos de animais mortos.
Lá também eram lançados os criminosos, o que dá a idéia de um lugar de punição pelos pecados (Dt 32:22).
Hades: Já esta palavra grega significa sepultura e corresponde a Seol, do Tanach (AT) e aparece onze vezes nos Ketuvim Netsarim (NT): Mt 11:23; 16:18; Lc 10:15; 16:23; At 2:27, 31; 1Co 15:55; Ap 1:18; 6:8; 20:13, 14.
Tártaro: Do grego, aparece em 2Pe 2:4, que representa um abismo mito-lógico para a confinação dos deuses rebeldes. (Expository Dictionary of Bible Words, pg. 337).
Portanto, Geena está associada com fogo e castigo, mas Hades, refere-se a sepultura, ou o lugar dos mortos.
4. Que dizer do lago de fogo e do fogo eterno? Por que "eterno"?
Todos os que ressuscitarem na segunda ressurreição serão julgados perante o trono branco e serão lançados no lago de fogo, para o castigo da segunda morte. Lá estarão também o diabo e seus anjos.
Neste lago de fogo, finalmente, serão destruídos a morte e o inferno, ou Hades/Seol: "E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte." (Ap. 20:14)
Fogo eterno: Na verdade, o fogo é eterno e inextingüivel no sentido de que, enquanto nele houver o que tenha de ser queimado, este não se apaga. Prova disto é o fogo que destruiu Sodoma e Gomorra. Acabou com tudo, mas não mais existe:"Assim como Sodoma, e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se corrompido como aqueles e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno." (Jd 7)
Aquelas cidades foram destruídas para sempre, para jamais serem reconstruídas, todavia, o fogo cessou há milhares de anos.
Bicho não morre: Isto que dizer o mesmo, ou seja, que enquanto existir substância a ser consumida, o bicho vai consumí-la totalmente (Mc 9:44, 46, 48; Is 66:24). Não quer dizer que o ímpio vai ficar vivo para sempre.
Atormentado para sempre: O diabo será atormentado para sempre, no lago de fogo (Ap 20:10), significa que não mais escapará, ou seja, sofrerá a morte eterna.
5. E no Tanach (AT)? como fica a palavra inferno? De onde vem?
A palavra inferno, no AT, deriva-se de "seol" ou "sheol" termo hebraico que significa sepultura, lugar de habitação dos mortos, ou o mesmo que "hades", do NT.
"Seol" aparece 65 vezes no AT, mas nem sempre traduzida como "inferno".
O Fim dos Ímpios
Desde o princípio do mundo, Deus tem prometido um Salvador para a humanidade.
O único meio de alcançarmos a remissão de nossos pecados e escaparmos da segunda morte, no lago de fogo e enxofre, é recebermos ao Mashiach como nosso substituto, mediante uma sincera conversão e mudança de vida.
O ímpio não quer isso. Prefere viver somente o que a vida presente lhe oferece e não pensa em uma vida eterna ao lado do Senhor.
Alguns, influenciados pelo paganismo, se crêem imortais e acham que, de alguma outra maneira, poderão sobreviver após a morte.
Na verdade, Yeshua (Jesus) só dá a vida eterna aos que o aceitam. Não existe alma imortal, tampouco o homem é um ser dual, que sobrevive fora do corpo. O ímpio, após a segunda ressurreição, desaparecerá!
1. A passagem de Lc 16:19-31, (Rico e Lázaro) é citada para mostrar o lugar onde os mortos aguardam recompensa? É isto correto?
Não. Na verdade se trata de uma parábola e não de um fato real.
Parábola: "Narração alegórica na qual o conjunto de elementos evocapor comparação, outras realidades de ordem superior." (Dic. Aurélio).
"a) História-parábola, sem qualquer nexo histórico." (Bíblia de Jerusalém, pg. 1961, referindo-se ao texto acima)
Se a passagem não fosse parábola e se tratasse de algo real, entraria em inúmeras contradições: mortos são como os vivos: se comunicam entre si; sentem dor, portanto, tem sistema nervoso e cérebro funcionando; têm língua, olhos, dedos, etc.
Na verdade, a parábola se refere aos judeus (o rico), portador de tudo (Rm 3:1; 9:4,5) e aos gentios (o pobre Lázaro) sem nada (Ef 2:11,12).
2. Segundo as Escrituras, qual será o futuro de justos e ímpios?
Os ímpios serão removidos da Terra, mas os justos aqui permanecerão:
"Porque os retos habitarão a terra, e os sinceros permanecerão nela. Mas os ímpios serão arrancados da terra, e os aleivosos serão dela extermina-dos."(Pv 2:21, 22)
Os ímpios serão queimados e se desfarão em fumaça: "Mas os ímpiosperecerão, e os inimigos do SENHOR serão como a gordura dos cordeiros;desaparecerão e em fumaça se desfa-rão." (Sl 37:20)
"Por isso, a maldição consome a terra, e os que habitam nela serão desolados; por isso, serão queimados os moradores da terra, e poucos homens restarão." (Is 24:6)
O texto acima nos revela que, no Armagedom, a guerra que ocorrerá por ocasião da segunda vinda de Jesus, a quase totalidade dos ímpios morrerá, mas um restante sobreviverá, para dar origem às nações que povoarão a terra, no milênio, os dias do Messias.
"E acontecerá que todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém subirão de ano em ano para adorarem o Rei..." (Zc 14:16)
Nesta ocasião, os justos ressuscitarão ou serão transformados; recepcionarão o Senhor nas nuvens e descerão com Ele em Jerusalém, para Sua entronização. (1Co 15:52; 1Ts 4:16, 17; Zc 14:4, 9)
3. Que acontecerá no fim do reino milenar, instaurado aqui na Terra?
a) satanás é solto por um pouco de tempo e sai a enganar as nações que aqui habitaram, durante o reino milenar. (Ap 20:3, 7, 8)
b) Os seduzidos por ele serão destruídos pelo fogo, ao cercar a cidade de Jerusalém terrena, sede do reino milenar do Messias Jesus. (Ap 20:9)
c) Ocorre a segunda ressurreição: os ímpios são ressuscitados, julgados e lançados no lago de fogo, para serem atormentados e extintos pela segunda morte. O diabo e seus anjos, igualmente alí estarão, para serem destruídos. (Ap 20:10-15)
d) Finalmente, a própria morte, que antes punia aos pecadores, e a sepultura ou hades e seol, serão aniquilados no lago de fogo e enxofre, pois não se justifica mais sua existência. (Ap 20:14, 15)
4. Nesta circunstância, como estará a Terra a partir daí?
Com todo o mal extinto, o objetivo de restauração do reinado messiânico estará concluído e teremos, finalmente, o novo Céu e a nova Terra (At 3:21; 1 Co 15:24-28; Ap 21:1).


5. Aqueles que foram lançados no lago de fogo, ficarão sofrendo para sempre?
Não. Os ímpios não podem viver para sempre, porque são mortais. O primeiro falso pregador que falou na imortalidade do ímpio, foi satanás, no Éden (Gn 3:4).
O tempo de destruição pode até variar, mas os ímpios serão extintos, juntamente com as hostes malignas.
A vida eterna só é concedida por Deus aos que recebem Seu Filho, como Salvador. A busca dos homens e as promessas de Yeshua não teriam sentido algum, se os homens entendessem que são, naturalmente, imortais. Yeshua teria de esclarecer que oferecia uma vida eterna melhor, com Ele.
"...E vós sabeis que nenhum homicida tem permanente nele a vida eterna."(1Jo 3:15)
"E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho." (1Jo 5:11)

Tempo de Recompensa
Um dos principais objetivos de nossa fé é a nossa ressurreição no fim dos tempos.
Que vem a ser ressurreição? Michaelis define: "Ato de ressurgir ou reaparecer vivo depois de ter morrido; restituição do morto à vida."
Se não há ressurreição, certamente estamos perdidos:"E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos." (1Co 15:17, 18)
Ora, se o homem, logo após a morte, continua vivo noutra dimensão e já vai para junto de Deus ou para um lugar de tormentos, perguntamos: Para que ressurreição? Por que Paulo enfatiza tanto a ressurreição, se os mortos não precisam dela?
Considerando o que somos e como estaremos após a morte, à luz das Escrituras, então o tema para nós é importante. E dá para saber também porque ansiamos pela vinda do Senhor!
1. Que diz as Escrituras sobre o estado do homem após a morte?
Que todos, salvos ou não, estão inconscientes, dormem no pó da terra e só reviverão mediante a ressurreição:
"Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco eles têm jamais recompensa, mas a sua memória ficou entregue ao esquecimento..." (Ec. 9:5) "...porquanto és pó e em pó te tornarás." (Gn 3:19) "Pois ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó." (Sl 103:14)
"Todos vão para um lugar; todos são pó e todos ao pó tornarão." (Ec 3:20)
"Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal, para a ressurreição da conde-nação" (João 5:28, 29)
2. A crença de que o homem recebe a recompensa logo após a morte, dá origem a que outras heresias?
A idolatria e o espiritismo. O entender que os santos quando morrem vão para o céu, deu margem para a veneração dos mortos, como é o caso do catolicismo romano, que por sua vez herdou tal heresia dos antigos pagãos. O surpreendente é que a influência desta doutrina pagã ganhou amplo espaço nas religiões oriundas da reforma protestante, assim como no espiritismo. "Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram entre dentes; —não recorrerá um povo ao seu Deus? A favor dos vivos interrogar-se-ão os mortos?" (Is 8:19).
3. Quando, segundo as Escrituras, ocorrerá a recompensa dos mortos?
Na galeria dos heróis da fé, onde aparecem grandes nomes, está claro que eles não receberam ainda as promessas, esperando por nós, ou seja, para as receberem conosco: "Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas, mas, vendo-as de longe, e crendo nelas, e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra...39E todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa, 40provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados." (Hb 11:13, 39, 40)
Paulo fala que os que são do Mashiach serão galardoados na Sua vinda: "Mascada um por sua ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda." (1Co 15:23)
Isto fecha com Apocalipse:"...e o tempo de dares o galardão aos profe-tas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome..." (Ap 11:18)
"E eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo para dar a cada um segundo a sua obra." (Ap 22:12)
"E serás bem-aventurado; porque eles não têm com que to recompensar; masrecompensado serás na ressur-reição dos justos." (Lucas 14:14)
4. Por que a Bíblia diz que Jesus é o primeiro da ressurreição?
Embora tenha havido outras ressurreições, todos morreram de novo. O único que ressurgiu para a vida eterna, foi Yeshua. Nós e todos os santos receberemos o galardão desta ressurreição, na Sua vinda."Isto é, que o Cristo devia padecer e, sendo o primeiro da ressurreição dos mortos, devia anunciar a luz a este povo e aos gentios." (At 26:23)
"Mas, agora, Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem. 21Porque, assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. 22Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. 23Mascada um por sua ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda." (1Co 15:20-23)
5. É possível que Enoque, Elias e outros santos, estejam vivos e já reinando com Yeshua?
Não. Já vimos que eles morreram na fé, mas não alcançaram a promessa. De Enoque, temos que morreu (Hb 11:13) e Elias, tendo concluído seu ministério, foi apenas transportado por um rede-moinho, de um lugar para outro, mas aqui mesmo na terra. Prova disto é que, cerca de dez anos depois do arrebatamento, enviou uma carta repreendendo ao rei Jeorão, de Judá (2Cr 21:12).
Transfiguração de Jesus: Foi apenas uma visão, referente a vinda do Mashiach em Seu Reino, dada a três discípulos, conforme prometido alguns dias antes. Confira (Mt 17:9).

FONTE:

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